Observatório Social do Brasil
 
 
 
06/07/2010 - 17:59
 

Criado o Observatório Social de Ilhabela

Ilhabela ganha com isso, a administração pública somará, porque o Observatório Social será uma “entidade do bem”, como é nos demais municípios brasileiros onde foi instalada. São Sebastião, igualmente já ganhou o seu Observatório Social, trabalhando de forma efetiva.
 
Das mais felizes a iniciativa do Instituto Ilhabela Sustentável, que mantém o Movimento Nossa Ilha mais Bela, com inúmeras campanhas e realizações no município, sendo a mais atual – “Porto sim, mas sem contêiner” -, entre muitas outras, ao longo de três anos de existência, sempre política – cidadã, distante do partidarismo.

Desta feita, criado em Ilhabela o Observatório Social, seguindo os passos de outros 43 existentes no país, nos mesmos moldes do Observatório Social de Maringá, premiado pela Organização das Nações Unidades e que foi o embrião do Observatório Brasil, cujo diretor Sir de Carvalho veio à cidade há alguns meses para uma demonstração do que representa a entidade para a cidadania de cada município onde atua.

Seguidas reuniões foram realizadas internamente com pessoal que liderou o movimento, para se concluir em importante assembléia, na noite de quarta-feira, na sede do Parque Estadual de Ilhabela, reunindo entidades representativas que não se furtaram a mais essa convocação do Instituto Ilhabela Sustentável.

Pessoas jurídicas e físicas consolidaram a posição e conseguiram examinar o estatuto da entidade e criar o Observatório Social, independente, com alicerce em três pontos principais: técnica (uma entidade que vai trabalhar terminantemente sem paixões, sem partido político e jamais atrelada à administração; imprensa (só serão divulgados aspectos levantados após conhecimento das autoridades envolvidas – ela – a imprensa - só ficará sabendo ao mesmo tempo em que a comunidade, sem privilégios); e compromisso com o poder público (o primeiro a tomar conhecimento dos fatos levantados pelo Observatório Social será sempre o chefe do executivo).

Pautado nesse soberano sistema adotado por todos os Observatórios Sociais do país, o trabalho terá voluntários, mas seguindo normas estatutárias, será gerido por um presidente, um diretor financeiro e um diretor jurídico, tendo um conselho fiscal e uma secretaria executiva.

Com a cessão por um empresário, de uma sala no Bairro do Itaquanduba, um computador, o serviço de Speedy, a entidade terá um ou dois estagiários e funcionará em breve, a todo vapor, a partir do momento em que a sua documentação estiver devidamente registrada nos órgãos oficiais.

Criado o Observatório Social de Ilhabela, a presidência será ocupada por Cristina Arruda de Aquino Tubis Martins, sendo diretor financeiro Orlando Antonio Ferreira e diretor jurídico, Dr. Roberval Pizzarro Saad. A secretaria executiva será de Eunice Kwanickas, experiente professora da USP, radicada em Ilhabela e que dedica parte do seu tempo a um Grupo de Trabalho do IIS, acumulando, a partir de agora essa importante incumbência.

O Conselho Fiscal será composto por Vanderlei Tirapani, Georges H. Grego e Antonio Lopes, sendo suplentes Rogério dos Santos Rodrigues e Avelino Baptista Esteves.

Ilhabela ganha com isso, a administração pública somará, porque o Observatório Social será uma “entidade do bem”, como é nos demais municípios brasileiros onde foi instalada. São Sebastião, igualmente já ganhou o seu Observatório Social, trabalhando de forma efetiva.

A organização não governamental terá como objetivo o monitoramento da utilização dos recursos públicos: municipais, estaduais e federais e será um catalisador de conhecimento, informação e dados para gerar uma atuação cidadã na comunidade, contribuindo de forma técnica com a municipalidade. No princípio poderá haver uma série de restrições – fatos novos, acontecimentos novos - mas, em breve a “presença do bem” será notada e valorizada, como acontece em muitos outros municípios, a contar com Maringá, onde o Observatório Social foi premiado pela ONU e a administração da bela cidade do Norte do Paraná orgulha-se em contar com uma entidade que foi a semente, o embrião propriamente dito dos observatórios nacionais.
18/6/2010
 
Eunice Kwasnickas - secretária executiva e Cristina Tubis Martins, presidente do mais novo Observatório Social do Brasil. Uma realidade “do bem”.
 
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